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Você sabe o que é a Síndrome Dolorosa Miofascial?

Sexta, 30 de agosto de 2019


Sabe aquela dor que se sente em determinada região do corpo, que não melhoram com medicação e os exames, na maioria das vezes, estão normais? Pode ser sintoma de Síndrome Dolorosa Miofascial.

A musculatura estriada esquelética corresponde a cerca de 50% do peso corporal e é o primeiro alvo da sobrecarga das atividades de vida diária. Muitas vezes, os músculos são esquecidos como a fonte causal de d­or.

Os pontos-gatilhos (PGs) miofasciais são extremamente comuns e, em um momento ou outro, tornam-se uma parte dolorosa da vida das ­pessoas.

Como é o diagnóstico?

O diagnóstico é clínico. Exames como eletroneuromiografia e termografia são capazes de avaliar os PGs, mas são pouco utilizados na prática clínica.

É importante realizar uma completa anamnese da dor, bem como perguntar sobre os fatores que desencadeiam e perpetuam a dor – alterações de sono, humor, erros posturais nas tarefas do cotidiano e trabalho, falta de atividade física, erros alimentares, doenças clínicas mal controladas.

Como diagnósticos diferenciais, temos que lembrar da fibromialgia, afecções osteoarticulares e neurológicas. Estas podem estar associadas ao quadro de dor miofascial.

Como tratar?

O tratamento efetivo envolve aplicação de um procedimento para desativar os pontos de dor, associado a correção dos fatores que desencadeiam e prolongam o sofrimento.

Entre as técnicas utilizadas para liberação miofascial estão: agulhamento-seco, infiltração com anestésico, alongamentos com spray congelante, massagens com pressão, termoterapia por adição ou eletroterapia.

Após a desativação, é necessário orientar ações corretivas: programa de exercícios, alongamentos e ergonomia nas tarefas do cotidiano, para que o problema não retorne.

Fonte: Pedmed - O que é sindrome dolorosa miofascial e como diagnosticar

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